Educar é construir pontes, é pegar o amanhã pela mão e falar: "Hey!!! eu estou contigo", é ensinar e aprender, mostrar que a borboleta era uma lagartinha antes de voar e que a paz é muito mais que o assunto da moda. Educar é fazer mais que construir a ponte é ser toda ela em solidez e sinceridade...
Obrigado..
Obrigado, Senhor, por atribuir-me a missão de ensinar
e por fazer de mim um professor no mundo da educação.
Eu te agradeço pelo compromisso de formar tantas pessoas e te ofereço todos os meus dons.
São grandes os desafios de cada dia, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na graça de servir, colaborar e ampliar os horizontes do conhecimento.
Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também
o sofrimento que me fez crescer e evoluir.
Quero renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar.
Senhor!
Inspira-me na minha vocação de mestre e comunicador para melhor poder servir.
Abençoa todos os que se empenham neste trabalho iluminando-lhes o caminho .
Obrigado, meu Deus,
pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre.
Amém!
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“Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos fragmentos de um futuro em que a alegria é servida como sacramento, para que as crianças aprendam que o mundo pode ser diferente. Que a escola, ela mesma, seja um fragmento do futuro...” (Rubem Alves)
Verbo regente
O tal.....gerúndio!
Por que, porquê?
- Choveu, porque o chão está molhado.
- Acho que morreu, porque parou de respirar.
- Porque (causa) é bem pago ele trabalha demais?
- Ignoro o porquê do escândalo
- Os porquês dela são insondáveis
- "a razão pela qual", "por qual razão", "por qual motivo", "o motivo pelo qual";
- "para que", "pelo qual", "pelos quais".
- Não sei por que o candidato do povo ficou rico.
- Agora sei por que (razão) ele votou no governo.
- Quero saber (a razão) por que ele não veio.
- Sofreu sem saber por quê.
- Não sei por quê, mas o páis vai mal.
(L.P. ano 4)
Tropeços
1. Na sintaxe, é comum encontrarmos casos assim:
- "Fazem" três semanas que viajei. > "Fazer", quando exprime tempo, é impessoal, fica no singular > "Faz".
- Chegou "em" São Paulo "a" dois dias e partirá daqui "há" cinco horas, a trabalho.> Verbos de movimentos exigem "a", e não "em" (vai ao cinema, levou a famíla à praia)> Chegou "a" São Paulo "há"dois dias e partirá daqui "a"cinco horas, a trabalho.
- "Houveram" muitos carros na estrada. > "Houve"
- "Há"dez dias "atrás" eu estava no Nordeste. > Redundância. "Há"e "atrás" têm a mesma função de indicar passado na frase. > "Há dez dias eu estava no Nordeste" ou "Dez diz atrás eu estava no Nordeste".
- Se eu "ver"o agente de viagens de novo....> A conjugação de "ver"é: "se eu vir, revir, previr". Do verbo "vir": "se eu vier". > Se eu "vir".
- Não "lhe"vi no aeroporto.> O pronome "lhe" substitui "a ele", "a você" por isso não pode ser usado como objeto direto: "não o convidei"; "a mulher o deixou"; "ele a ama". > Não o "vi".
- Eis o roteiro"onde" baseei a viagem > O advérbio ou pronome relativo "onde"expressa a ideia de lugar: "O hotel onde fiquei"> Eis o roteiro "em que"baseei a viagem.
- Entre "eu" e você > Depois de preposição (no caso, "entre"), usa-se "mim"ou "ti" > Entre "mim"e você.
- Preferi ficar na cidade "do que "sair". > Prefere-se uma coisa "a "outra. > Preferi sair "a "ficar.
- A guia era "meia"boba. > "Meio", como todo advérbio, varia (nãi vai para o plural nem muda de gênero) > "Meio" boba.
- "Existe" muitos hotéis na região. > verbos como "existir", bastar", faltar", restar", e sobrar" admitem plural. > "Existem" muitos hotéis na região.
- Advinhar > Adivinhar
- Ascenção > Ascensão
- Beneficiente > Beneficente
- Excessão > Exceção
- Pego em "fragrante" >"Flagrante" ("fragrante"refere-se a "fragrância")
- Impecilho > Empecilho
- "Mal" uso > "Mau" ("bom"x"mau"; "bem"x "mal")
- Pixar > Pichar
- "Porque" você foi? > "Por que" (separado). Se estiver dada ou submetida a palavra "razão", é escrito separadamente. Reserva "porque"junto, para respostas.
- Previlégio > Privilégio
- Vultuoso > Vultoso
- Frustado > Frustrado
Na dúvida use o dicionário!!! Não tenha vergonha, eles existem para serem usados...
3. Termos populares "vícios de linguagem", acabam por produzir ruídos na comunicação quando usados a todo instante, de forma indiscriminada, por isso cuidado para não tornar as expressões que usa em clichês.
- "O atraso no pagamento implicou em multa" > No sentido de ocasionar ou provocar, não pede preposição. > "O atraso no pagamento implicou multa".
- "Reclame do problema junto a operadora". > A locução adverbial "junto a " equivale a "perto de ". Não substitui as preposições (no caso, "em"). > "Reclame do problema à operadora".
- "Governo cria novos empregos" > É preciso evitar a tautologia, repetição desnecessária de uma ideia ( "restaurar velho casarão", "goteira no teto ", "descer para baixo", "olhar de frente", " cortar a laranja em duas metades iguais") > "Governo cria empregos."
- "Renato, enquanto engenheiro, deixa a desejar". > A conjunção deve ser usada quando se deseja indicar noção de temporalidade, não no lugar da conjunção "como": "Enauqnto estudávamos, outros divertiam- se" > "Renato, como engenheiro, deixa a desejar".



