Obrigado..

Obrigado, Senhor, por atribuir-me a missão de ensinar
e por fazer de mim um professor no mundo da educação.

Eu te agradeço pelo compromisso de formar tantas pessoas e te ofereço todos os meus dons.

São grandes os desafios de cada dia, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na graça de servir, colaborar e ampliar os horizontes do conhecimento.

Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também
o sofrimento que me fez crescer e evoluir.

Quero renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar.

Senhor!
Inspira-me na minha vocação de mestre e comunicador para melhor poder servir.

Abençoa todos os que se empenham neste trabalho iluminando-lhes o caminho .

Obrigado, meu Deus,
pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre.

Amém!

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“Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos fragmentos de um futuro em que a alegria é servida como sacramento, para que as crianças aprendam que o mundo pode ser diferente. Que a escola, ela mesma, seja um fragmento do futuro...” (Rubem Alves)

Ser professor é...

Ser professor
é professar a fé
e a certeza de que tudo
terá valido a pena
se o aluno sentir-se feliz
pelo que aprendeu com você
e pelo que ele lhe ensinou...
Ser professor é consumir horas e horas
pensando em cada detalhe daquela aula que,
mesmo ocorrendo todos os dias,
a cada dia é única e original...
Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma,
transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...
Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.
Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena, sem sair do espetáculo".
Ser professor é apontar caminhos,
mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés...

Retrocesso

RETROCESSO
O visitante estranhou porque, quando o levaram para conhecer a sala de aula do futuro, não havia uma professora-robô, mas duas. A única diferença entre as duas era que uma era feita totalmente de plástico e fibra de vidro — fora, claro, a tela do seu visor e seus componentes eletrônicos —, e a outra era acolchoada. Uma falava com as crianças com sua voz metálica e mostrava figuras, números e cenas coloridas no seu visor, e a outra ficava quieta num canto. Uma comandava a sala, tinha resposta para tudo e centralizava toda a atenção dos alunos, que pareciam conviver muito bem com a sua presença dinâmica, a outra dava a impressão de estar esquecida ali, como uma experiência errada.
O visitante acompanhou, fascinado, uma aula como ela seria num futuro em que o computador tivesse substituído o professor. O entendimento entre a máquina e as crianças era perfeito. A máquina falava com clareza e estava programada de acordo com métodos pedagógicos cientificamente testados durante anos. Quando não entendiam qualquer coisa as crianças sabiam exatamente que botões apertar para que a professora-robô repetisse a lição ou, em rápidos segundos, a reformulasse, para melhor compreensão. (As crianças do futuro já nascerão sabendo que botões apertar.)
— Fantástico! — comentou o visitante.
— Não é? — concordou o técnico, sorrindo com satisfação.
Foi quando uma das crianças, errando o botão, prendeu o dedo no teclado da professora-robô. Nada grave. O teclado tinha sido cientificamente preparado para não oferecer qualquer risco aos dedos infantis. Mesmo assim, doeu, e a criança começou a chorar. Ao captar o som do choro nos seus sensores, a professora-robô desligou-se automaticamente. Exatamente ao mesmo tempo, o outro robô acendeu-se automaticamente. Dirigiu-se para a criança que chorava e a pegou no colo com os braços de imitação, embalando-a no seu colo acolchoado e dizendo palavras de carinho e conforto numa voz parecida com a do outro robô, só que bem menos metálica. Passada a crise, a criança, consolada e restabelecida, foi colocada no chão e retomou seu lugar entre as outras. A segunda professora-robô voltou para o seu canto e se desligou enquanto a primeira voltou à vida e à aula.
— Fantástico! — repetiu o visitante.
— Não é? — concordou o técnico, ainda mais satisfeito.
— Mas me diga uma coisa... — começou a dizer o visitante.
— Sim?
— Se entendi bem, o segundo robô só existe para fazer a parte mais, digamos, maternal do trabalho pedagógico, enquanto o primeiro faz a parte técnica.
— Exatamente.
— Não seria mais prático — sugeriu o visitante — reunir as duas funções num mesmo robô?
Imediatamente o visitante viu que tinha dito uma bobagem. O técnico sorriu com condescendência.
— Isso — explicou — seria um retrocesso.
— Por quê?
— Estaríamos de volta ao ser humano.
E o técnico sacudiu a cabeça, desanimado. Decididamente, o visitante não entendia de futuro.

Luís Fernando Veríssirno. In Nova Escola. São Paulo. Abril, out. 1990. p. 19.

HÁ x A

 
: Se o período de tempo já passou: "O fiscal chegou há meia hora". 
A : Se o período ainda vai ocorrer: "O fiscal voltará daqui a meia hora".

Há tempo: Há = faz. "O fiscal chegou há tempo."
A tempo: A= em. "O fiscal chegou a tempo.": chegou na hora, em tempo.

Há uma hora: Há= faz. "O ônibus passou há uma hora".
À uma hora: "Se a referência for à hora do dia. "O ônibus passou à uma hora."
A uma hora: "Nos demais casos. "A próxima parada fica a uma hora daqui". ; "Ele viajou a uma hora dessas?"

LEMBRE-SE:

O "há"pode ser substituido por "faz" quando indica tempo passado. E a preposição "a" indica futuro ou distância; substituída por "faz", não fará sentido.


Fonte: Revista Língua Potuguesa.

Como escrever o tempo.

http://demoncyber.files.wordpress.com/2010/01/relogio.jpg 

POR HORA X POR ORA:
"Por Hora": "O consultor cobra por hora de trabalho"; "Correu a 100 quiloômetros por hora".
"Por ora": = por enquanto: "O estado de saúde dele estabilizou, por ora".

ARTIGO:
Recomenda-se o uso do artigo em expressões como "horas": Entre as 8 horas e as 18h30"; "Das 8 às 13 horas"; Em torno das (de + as) 10 horas".

CRASE:
Há crase em expressões de tempo: "volto às 4h da manhã"; à noite; à tarde.

"MEIA"
A versão por extenso de  "12h30", por exemplo, é "meio dia e meia" . "Meia", aqui, refere- se à metade de uma hora completa. Por isso, nunca "meio dia e meio"

HORA X HORÁRIO:
"Hora"= Marcação de parte fracionada do dia;
"Horário"= Período, não necessariamente relacionado à duração de uma hora, como no uso adjetivo: "fuso horário", "carga horária".

CURIOSIDADE:
"14h15", é assim, e sem brancos separatórios, a notação oficial brasileira de "14 horas e 15 minutos".  NÃO "14:15", que segue escrita digital de matriz norte- americana, NEM "14:15h"uma mistura redundante das duas.
Esqueça o famoso hs : A abreviação do plural da palavra "horas é "H" e não "HS". Portanto, "14h", não "14hs, por exemplo.
Fonte: Revista Língua Portuguesa, n57.

Charlie Chaplin

Projeto: Charlie Chaplin.
Prof. Esp. Fiorella Sozim Polini

Chaplin nasceu em Londres no ano de 1889 e iniciou sua carreira como mímico, fazendo excursões para apresentar sua arte.

Conhecer um pouco sobre a vida e obra de Chaplin, é descobrir um mundo da literatura que caiu no “esquecimento”, afinal, com tanta tecnologia, o por quê se deter em livros empoeirados, filmes preto e branco, cinema mudo. Com o objetivo de desempoeirar o grande autor e também ator é que se propõem desenvolver este projeto.

Seu personagem mais famoso foi o vagabundo Carlitos, oprimido e engraçado, este personagem denunciava as injustiças sociais. De forma inteligente e engraçada, este grande artista sabia como fazer rir e também chorar. É neste rir e chorar, que pretende-se resgatar a beleza incultida na sua obra, como ele mesmo dizia:

“Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror. Os bons filmes constituem uma linguagem internacional, respondem à necessidade que os homens têm de alegria, de piedade e de compreensão. São um meio de dissipar a onda de angústia e de medo que invade o mundo de hoje... Se pudéssemos pelo menos trocar entre as nações, em grande quantidade, os filmes que não constituem uma propaganda agressiva, mas que falam a linguagem simples dos homens e das mulheres simples... isso poderia contribuir para salvar o mundo do desastre."

A obra de Charles Chaplin supera o mundo da aprendeizagem, por ser uma obra antiga, mostra-se presente através de suas citações.

A interdisciplinariedade estará presente neste trabalho, o qual será desenvolvido durante o segundo trimestre.

A análise de seus filmes, destacando as principais consequências do processo de industrialização, com suas modificações nas estruturas políticas, sociais e culturais. (urbanização; disputa de mercados ;teorias sociais; modos de produção capitalista e comunista; 2ª guerra Mundial; pós-guerra; bipolarização); as regiões de desenvolvimento da industrialização; a análise do filme “O Vagabundo”;

Em específico nas disciplinas:

Inglês - com possíveis diálogos nos filmes mudos, citações para análise, interpretações de textos e música;

Português - O desafio de ser comum. Refletir sobre o tema VALORES: beleza exterior e tantos outros valores socialmente preciado X beleza interior e valores interiores , não tão visíveis socialmente, mas de grande importância para a convivência diária; Comparar os heróis do cinema hollywoodiano - associados à idéia de perfeição e de invencibilidade- ao individuo comum e anônimo- dotado de grande riqueza interior- presente nos seus filmes.

OBJETIVOS
• Fazer com que o aluno através da vida e da obra de Charles Chaplin, entenda o mundo pós-revolução industrial e identifique toda a poesia e crítica ao sistema e sociedade da época.

• Apresentar atividades criativas .

• Pontuar acontecimentos interessantes da vida e obra de Charles Chaplin.

• Compreender a linguagem aplicada no cinema mudo.

• Conhecer as obras mais famosas de Charles Chaplin e como elas influênciaram a sociedade da época.
DESENVOLVIMENTO
O primeiro passo para o desenvolvimento do projeto, será a decoração da escola com imagens (chapéus, botas e bengalas), símbolos estes que identificam o ator.

Será solicitado para que cada aluno adquira uma pasta, simple de papelão, para que arquivem materiais referentes a vida e obra do ator.

Durante o segundo trimestre várias atividades de conhecimento serão desenvolvidas , tais como: confecção de cartazes com citações, análise das trilhas sonoras dos filmes, pequenos trechos do cinema mudo (linguagem utilizada).

Cada turma, no final do projeto, deverá realizar uma apresentação de alguma obra de Charles Chaplin, através da dramatização (teatro, citação, música), ficando a critério de cada turma. Será criado um juri para escolha dos três melhors trabalhos, criando- se aqui o Troféu Charles Chaplin 2010 (certificado de participação).

Pretende-se também realizar uma sessão de cinema escolar, com as obras de Chaplin, convidando a comunidades escolar: pais, alunos e colaboradores do CSF para participarem.
AVALIAÇÃO

A avaliação será feita através da participação dos alunos e um relatório, que deverá ser entregue no final do trimestre, propõe- se aqui, que os relatórios sejam avaliados por todos os professores.

O vestibular vem aí? Redação o "bicho papão"!

   

    A redação se constitui em um diferencial importante na classificação, mantendo a expectativa dos candidatos até a divulgação do resultado. O problema é que a maioria dos alunos não tem o hábito de escrever. No colégio só faziam redações quando valia nota. Se for bem na redação estará no céu da aprovação. Do contrário, as chamas do inferno da reprovação o aguardam. Por isso veja abaixo nossas dicas para você não fazer feio nos exames vestibulares...
    Quem quer escrever bem precisa de, obrigatoriamente, estar bem informado. Quando colocamos no papel as nossas ideias, devemos imaginar que temos muitos desafios. Lembre-se: estar informado é uma das normas mais importantes para quem quer escrever bem. 
Como fazer dissertações?

     Primeiramente, precisamos entender o tema. Sugiro alguns passos para que isso se realize:
       1. Transforme o tema em uma pergunta.
   2. Procure responder essa pergunta, de um modo simples e claro, concordando ou discordando (ou, ainda, concordando em parte e discordando em parte): essa resposta é o seu ponto de vista.
    3. Pergunte a você mesmo, o porquê de sua resposta, uma causa, um motivo, uma razão para justificar sua posição: aí estará o seu argumento principal. 
    4. Agora, procure descobrir outros motivos que ajudem a defender o seu ponto de vista, a fundamentar sua posição. Estes serão argumentos auxiliares. 
    5.Em seguida, procure algum fato que sirva de exemplo para reforçar a sua posição. Este fato-exemplo pode vir de sua memória visual, das coisas que você ouviu, do que você leu. Pode ser um fato da vida política, econômica, social. Pode ser um fato histórico. Ele precisa ser bastante expressivo e coerente com o seu ponto de vista. O fato-exemplo, geralmente, dá força e clareza à nossa argumentação. Esclarece a nossa opinião, fortalece  nossos argumentos. 
    6. A partir desses elementos, procure juntá-los num texto, que é o rascunho de sua redação. Por enquanto, você pode agrupá-los na seqüência que foi sugerida. 

Dicas importantes 

• Leia atentamente o que está sendo solicitado. Atualmente, as propostas se aproximam da realidade dos candidatos, constituindo-se roteiros confiáveis para a organização de idéias 
• Crie mentalmente um interlocutor. Procure convencer um ouvinte específico do seu ponto de vista • Planeje o texto sem utilizar fórmulas prontas. O fio condutor deve ser seu pensamento
• Evite marcas de língua falada. Escrita e fala são modalidades diferentes do idioma. Evite gírias e termos excessivamente coloquiais
• Confie em seu vocabulário. Todos guardam palavras sem uso que podem transmitir com clareza o nosso pensamento. Procure encontrá-las
• Seja natural. Evite o uso de palavras de efeito apenas para impressionar a banca • Acredite em seu ponto de vista e defenda-os com convicção. Eles são seu maior trunfo.



BOA SORTE!!!